terça-feira, 25 de novembro de 2008

Miedo

Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienen miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienen miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tienen miedo de subir y miedo de bajar
Tienen miedo de la noche y miedo del azul
Tienen miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da

El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor

Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá

Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar

Tienen miedo de reir y miedo de llorar
Tienen miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienen miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor

El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se apierta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar

Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo

Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão

Medo de fechar a cara
Medo de encarar
Medo de calar a boca
Medo de escutar
Medo de passar a perna
Medo de cair
Medo de fazer de conta
Medo de dormir
Medo de se arrepender
Medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez

Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo... que dá medo do medo que dá
Medo... que dá medo do medo que dá


segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Ansiedade que consome.


Me viro pra tentar dormir e não consigo.
Sinto uma sensação de despencar dentro de mim mesmo,
Como se o fundo dos meus olhos fosse um poço, um abismo,
Onde caio sem fim.

São tantos problemas, medos,
é tanta a ansiedade e a responsabilidade,
e de repente de novo aquela sensação
de que não adianta fazer nada.

Um medo. Uma ansiedade. Coração disparado.
Tenho que levantar da cama e fazer algo.
Mas o que me espera além? E o futuro?
Tenho direito a ele?

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

A coleção primavera-verão 2009 do estilista londrino Giles Deacon teve em seu desfile na London Fashion Week inspiração em um clássico dos videogames: Pac-Man.Tudo bem que a referência de super herói, anos 80, quadrinho, é legal...e que o Metropolitan Museum of Art mostrou vários vestidos luxuosos inspirados em heróis (Gisele e Cris Riccie que o digam...), mas daí usar pac man, no way. A proposta pode ser super boa, talvez dizer que as modelos e a moda são como um jogo num labirinto...mas ficou muito caricato, se a intenção era prostestar...Giles meu caro, não funfou eim.




Bem mais divertido no entanto, foi a empresa Lego, em comemoração a alguam coisa. whocares? Lançar bonequinhas de Mdolla e da Wino *-* amay!



quero as minhas!

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

back to blog, back to write.

Retomando o blog após muito meses parado. Não que alguém tenha sentido falta, enfim, resolvi que daqui por diante, não escrevei mais textos quilométricos, só levantarei questões e darei minha opnião de um modo mais prático.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Nessun Dorma por Sarah Brightman

Nessun Dorma é uma ária do último ato da ópera Turandot, de Giacomo Puccini . A ária refere a proclamação da princesa Turandot, determinando que ninguém deve dormir: todos passarão a noite tentando descobrir o nome do príncipe desconhecido, Calàf, que aceitou o desafio. Caláf canta, certo de que o esforço deles será em vão.

"...O meu nome ninguém saberá
Não, não, só o direi na sua boca
Quando a luz brilhar
E o meu beijo quebrará
O silêncio que te faz minha
(Coro feminino )
O seu nome ninguém saberá
E nós teremos, oh!, que morrer, morrer ..."




domingo, 20 de abril de 2008

Manifesto da Vontade


Ficar só.


Muitas pessoas tem medo de estar só, são compulsivas por relacionamentos.

Acredito que eu era uma delas, não importa o grau, o nível, o tipo, é como um vício.

Mas como nada na minha vida dura para sempre, resolvi acabar com isso...


Engraçado como as coisas são mais nítidas agora, mais leves....não me importa a expressão que as pessoas fazem quando hoje em dia falo que não acredito em relacionamentos, adoro ver a cara delas e o comentário de que "você não achou a pessoa certa" ou ainda mais cômico "mal amado".


Ninguém é "bem amado" nesse mundo, não há amor, há interesse, praticidade e comodidade.

Para a maioria é cômodo ter um parceiro (ou vários rsrsrs), para mim e alguns indíviduos não, mais cômodo ser sozinho, não que sejamos melhores ou piores, é apenas uma questão prática-natural, natural porque é de nossa natureza ser sensível e prática porque sozinhos não sofremos tanto nos quebrando a cada relacionamento, não vou prolongar mais o texto, ele é enfadonho e prefiro dormir, de toda forma só queria dizer que é possível ser feliz sozinho. Um manifesto mesmo sabe, quase uma pílula de realidade.


:)

terça-feira, 25 de março de 2008

Todas as dores do mundo.

Deixa de lado as confusões cotidianas
Liberta um pouco de si em cada gesto
Toma pra si todas as causas do mundo!
Não permita não sentir
Sofra todas as dores do mundo
Com violência, com insistência, com profundidade
Limpa do peito tudo aquilo que prejudica
Verbaliza as vontades, os medos, e os preconceitos
Mostra ao mundo a tua dor, bela.
Diz na cara do mundo todas as tuas tragédias
Se pinta pra não ser reconhecido se quiseres
Se não quiseres, assim o faz, escandaliza
Revolta, revolta! Revolta!
Pergunta por que dói, por que todos foram malvados
Aprende que a dor ensina e te prepara
Ela nunca cessa.